Jogos, Uma Imersão ao Inferno

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Jogos, Uma Imersão ao Inferno


Sabemos que hoje temos vivido em Laodicéia, que é a era do entretenimento de Satanás. Seja com a televisão e seus programas; com a internet e suas possibilidades; o nosso adversário sempre tenta colocar diante de nós programações alucinadoras, porque assim ele consegue nos desvirtuar do verdadeiro foco de nossa fé; porque são de diversas maneiras que ele tem tentado atacar aos filhos de Deus para os tirar de Sua presença. Satanás é um poderoso caçador, e o que ele faz é tentar nos capturar em suas cadeias de engano, para nos manter sob seu domínio. E em muitas ocasiões nós, pais, sabemos como lidar com essas artimanhas quando elas nos atacam diretamente, porque sentimos os seus danos e conseguimos escapar da aparência do mal. Mas, nem sempre estamos suficientemente atentos quando o alvo são nossos filhos, até mesmo porque com eles o que Satanás quer fazer é plantar más sementes, que muitas das vezes só darão seus reais frutos bem mais tarde.

Sabe-se que para cada tipo de caça e terreno existe uma técnica e equipamento distinto para que ela seja mais eficiente na captura das presas. Até mesmo por que cada animal se comporta de maneira diferente e se não for estudado segundo seus hábitos, o caçador não consegue capturá-lo. Espiritualmente falando, dentre os alvos do maligno estão principalmente crianças e jovens, pelo fato de representarem uma nova geração que precisa de carregar a Palavra com a mesma firmeza e perseverança que seus pais fizeram, e se Satanás conseguir impedir isso para ele é uma grande vantagem. Os jogos entram então como uma de suas grandes armas de emboscada preparada para eles.

Nas últimas décadas houve um imenso avanço no ramo de consoles e dispositivos móveis, o que possibilitou a indústria de jogos se propagar e atingir as diferentes camadas sociais que existem, até o ponto em que hoje qualquer um que tenha acesso a um simples Smartphone pode usufruir de milhares de joguinhos presentes em lojas virtuais, onde a maioria é grátis e de livre acesso. A tendência é que estes jogos se tornem cada vez mais realistas através do desenvolvimento tecnológico sustentado por grandes empresas internacionais, tudo isso para provocar uma melhor junção entre o palpável e o virtual. Isso tem feito com que os jogos físicos, como os de cartas e tabuleiro, sejam substituídos por uma plataforma digital, o que caracteriza um momento de transição na maneira como as pessoas se divertem.

Uma das características de uma mudança é a fase de familiarização com o que é novo. Nesta etapa, as pessoas se comportam de maneiras variadas: alguns são extremamente cautelosos e tomam bastante cuidado com os possíveis perigos que ela pode trazer, que são em sua maioria pessoas com instrução e experiência; e em um outro oposto existem aqueles que, tomados pela ingenuidade, se lançam desprovidos de cautela para se envolver com a “novidade” empolgante, porque em sua maioria não dotam de suficiente instrução. E é neste ponto que se encontra o perigo, pois o mergulhar inocente (como é o caso das crianças e adolescentes inexperientes em sua maioria) poderá, e que se não for barrado com certeza, causar danos terríveis na vida espiritual e no psicológico do indivíduo.

Os enredos presentes nestes jogos, muitas vezes desconhecidos por nós, giram em torno de temáticas recheadas de carnalidade e outras coisas danosas. E algumas delas serão exemplificadas aqui, assim como a influência que exercem sobre os seus jogadores.

Alguns caracterizam-se pela excessiva violência, com a morte naturalizada, ao ponto de não ser possível contabilizar o seu número. Os protagonistas discorrem tramas de vingança, busca a recompensas, e muitos também literalmente apenas têm o objetivo de matar e matar. Um culto a brutalidade, assim como fazia Lameque, cantando a selvageria e as maldições que tinha sobre si, até que vieram as águas do dilúvio e os consumiu aquela geração; toda essa coisa sendo oferecida como distração. E os gráficos por sua vez intensificam a transmissão de agressão almejada, repletos de elementos que apenas nos remetem a crueldade que teria de existir hoje, com a imaginação dos pensamentos dos corações dos homens só maus continuamente.

É tão atuante esta unção que muitos estudiosos de diversas áreas discutem sobre quão presente pode ser a influência na vida dos jogadores, ao ponto de existirem casos de crimes onde o comportamento do acusado tende a ser explicado pelos tipos de jogos que fazia uso. É visível que a violência produzida no jogo influenciará a forma como nossas crianças tratam as pessoas e como elas tomarão suas atitudes mediante a momentos de dificuldade. Elas se tornam estressadas, impacientes, inquietas, desobedientes; por que o que jogo transmite é que não existem limites a serem estabelecidos: tudo é permitido, não existe uma lei.

Uma outra modalidade muito frequente, principalmente entre os aplicativos para celulares, são os joguinhos “fúteis”. Porque em sua maioria não possuem um objetivo final consistente, ou seja, eles servem apenas para entreter o jogador por longas horas. Isso as vezes para nós, pais, é muito tentador, já que basta apenas ceder ao pedido insistente do filho para pegar o telefone e pronto: temos horas de sossego para realizar nossos afazeres. Mas, com isso, eles se tornam pequenos viciados e perdem a disciplina. Quando vierem as responsabilidades, provavelmente eles não darão conta de as cumprir, porque o tempo que deveria estar organizado e dividido para conseguir fazer tudo e ainda ter tempo para se consagrarem a Deus estará todo comprometido com coisas que não importam. Vão partir para outras coisas, e não terão domínio próprio para pararem quando aquilo começar a lhes prejudicar, porque quando os pais deveriam estar lhes ensinando a ter autodomínio, eles na verdade o empurraram para o descontrole.

A temática que envolve estes jogos também é um grande problema, porque podem abrir a porta para muitos espíritos perversos entrarem nos pequenos.

Primeiro, existem aquelas consideradas fantásticas: seres com poderes mágicos, feiticeiros, fadas, bestas com vários chifres, olhos, patas… algumas são junções de animais peçonhentos, homens com armas encantadas e muitas outras coisas que a imaginação permitir. Enfim, sabemos que isso é uma perversão, mas até que ponto estamos cientes que nossos filhos estão observando e controlando personagens que são imagens demoníacas? Que eles estão em contato com feitiçaria e outras coisas sombrias e que a Bíblia condena? Muito dificilmente eles se tornaram aquilo que jogam, mas será que aquilo ali não estabelece a entrada de muitos espíritos malignos para habitarem em sua mente? Outros são bem virados ao sombrio, a morbidade de sentimentos negativos, será que eles não são um convite a problemas emocionais?

Um outro tipo muito frequente também, e normalmente considerado menos polêmico, são os jogos fofos: os personagens são construídos numa plataforma gráfica muito “bonita” com tudo tão feminino. Porém não se engane, esses jogos não são feitos apenas para meninas, mas também para meninos, que por sua vez perderão a aptidão a masculinidade e poderão ser moradas de espíritos malignos.

Enfim, se alguém parasse para pontuar cada tipo existente de jogos, vamos perceber que eles são capazes de destruir com cada um dos princípios e virtudes cristãs que tanto temos esforçado para passar aos nossos preciosíssimos filhos e filhas. Então porque colocar isso nas mãos deles? Crianças gostam de atenção, de brincadeiras criativas, de ter contato e de descobrir, de aprender. Não permita que uma unção que veio diretamente do inferno atinja sua casa, mas seja um exemplo e blinde sua casa com a Palavra.

Redação Assim Está Escrito 

  • Maxsuel Mara

    Parabens !!!!! Muito bom !!.

  • Tiago José

    Fato.

  • Vinícius de Paula

    Então que tipo de jogo é para jogar?
    Ou não é para jogar nenhum?

  • Daniel Maia Reges

    Irmãos preciosos da Redação Assim Está Escrito, muito oportuno esse assunto, muito válido para todos os tipos de idade, certamente vemos que ao recebermos o Espírito Santo, Isto é o que nos fará ver além do natural e descobrir se as coisas sobrenaturais (virtuais) agradam ou não Àquele que reside em nossos corações; foi muito válido para mim e minha família, que Deus os abençoe em Nome de Nosso Senhor Jesus Cristo. Ir. Daniel Maia