Testemunho Ir. Jesiana Neves ao Pr. Wanderley Lemos

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Testemunho Ir. Jesiana Neves ao Pr. Wanderley Lemos


Pastor Wanderley Lemos,

Venho através desta, agradecer ao senhor por ter permitido e se entregado nas mãos de Deus para que Ele através do senhor nos abençoasse. Sabe pastor, tenho trinta e quatro anos e tudo que já vivi e venci, foi porque Deus através do senhor me ensinou do púlpito. Ainda não fui ao escritório para que me aconselhasse, mas não foi por não querer ou não precisar; já que muitas vezes cheguei à igreja determinada a ir ao escritório, mas quando o senhor subia na plataforma e dava suas preleções, me respondia ou dava a solução do que precisava.

Lembro-me de quando eu tinha por volta de uns quatorze anos e tinha muito desejo de ser mais frequente nos cultos, mas meus pais estavam meio que afastados e eu só tinha a oportunidade de vir quando meu tio estava na cidade e me levava. Então, num desses dias que fui com ele, sentei no banco antes do culto começar, e falei com Deus silenciosamente: “Senhor, gostaria tanto de vir em todos os cultos”! E assim que o senhor subiu no púlpito e saudou a igreja, o senhor disse: “Se você tem um desejo de ser mais frequente nos cultos e não pode, peça a Deus um emprego e Ele te dará…” Levei um susto, se não estivesse sentada teria caído de costas, comecei a chorar e disse a Deus que era o que precisava. Naquela mesma semana uma prima que eu não via há algum tempo e quase não falava com ela, ligou para minha mãe perguntando se eu tinha interesse de trabalhar, quando cheguei do colégio e ela me contou, respondi sem hesitar que sim, e fui correndo para o meu quarto agradecer a Deus. Fui à empresa no dia seguinte, e a gerente já foi me dando os papéis para a contratação de estágio, não precisei de entrevista nem nada, assim, a partir daquele dia pude participar de todas as escolas dominicais.

Quando eu estava com uns dezoito anos comecei a fraquejar. Lembro-me de ouvir o senhor falar sobre o bêbado Jim e depois de umas três escolas que não fui, sentia falta dos cultos, mas não conseguia acordar. Então, um dia decidi que iria de qualquer jeito e cheguei ao culto quando o senhor já estava despedindo a igreja, e naquele fim de culto o senhor abriu os braços e falou: “Se você está com dificuldades de vir aos cultos abra os braços e diga: Senhor, o Jim está aqui… nem que você chegue na hora do amém.” Fiquei do banco pensando que o senhor tinha me visto chegar, mas constatei que não seria possível, então, soube que era Deus mais uma vez tratando comigo, não consegui chegar atrasada mais e nem deixar de ir aos cultos.

Logo, com vinte e dois anos, eu estava com meu casamento marcado para o início do ano seguinte, e minha família estava toda afastada. E lá veio Deus através do senhor, me ensinando a interceder por eles. Em uma das preleções, o senhor disse: “Muitas vezes Deus coloca uma pessoa cristã dentro de uma casa, como um pilar, e quando Ele a tira daquela casa, o inimigo tem a liberdade de fazer uma arruaça com os outros membros. Você é o escudo dali, interceda por eles…”. A partir daquela escola, todas as madrugadas eu me ajoelhava e falava com Deus: “Senhor, eu creio que o que meu pastor diz no púlpito é o Senhor falando, e o Senhor falou por ele para eu interceder pela minha família antes que eu saia daqui, então Deus, aqui estou, tenha misericórdia deles…”. Alguns meses seguintes, minha mãe começou a manifestar o desejo de vir, depois o meu pai, e aos poucos meus quatro irmãos. Poucos dias antes de me casar, minha família já estava toda na igreja. Hoje, eles ainda permanecem e já com suas respectivas famílias cristãs.

Quantas vezes eu estava sozinha em casa, sem recurso de socorro e meus filhos passavam mal, e me lembrava do senhor falando que podíamos impor as mãos sobre eles e repreender todo o mal, e assim fazia, e em poucos minutos eles eram curados.

Recentemente, em maio deste ano, o senhor me ajudou outra vez: minha filha com nove anos de idade sofria de sérios problemas respiratórios, e o pediatra dela desde bebê, me disse que ela teria que conviver com isso para sempre, porque não havia cura e que ela não poderia ter contato com poeira, cheiros, mofos, friagem, etc… Era tanta coisa que ela praticamente não podia fazer nada, e, por conseguinte, eu passava com frequência vários dias com ela no hospital, o que era ainda pior no tempo de estiagem. Isso se deu até a ceia de maio, quando o senhor ministrando a ceia, debruçado sobre o púlpito, e lendo a bíblia citou a passagem “[…] para que como eu fiz, façais vós também […]” nesse momento o senhor parou, pôs a mão no queixo e olhou para a congregação, no momento, foi um ato normal.

Na segunda-feira, ela acordou tossindo. Em outros momentos certamente eu teria corrido para o médico com ela, mas não sei explicar o porquê, eu só conseguia pensar nos últimos cultos. Na tarde daquela segunda-feira, ela já estava com febre alta, mas também não me agitei. Os dias se passaram, mas eu não conseguia olhar para aquela enfermidade, até que na quinta-feira daquela mesma semana, ela já estava muito debilitada, cansada, ofegante, tossindo sem parar e com uma febre que não baixava; quando foi a noite, pediu que eu deitasse um pouco com ela, consenti e, deitada a seu lado, só pensava nos cultos que haviam ocorrido recentemente, quando numa retrospectiva da ceia, me deparei com este ato do senhor, levei um choque, e pensei: “espera, Deus estava me falando ali, vou orar por ela”. Debrucei-me sobre seu corpo, coloquei minhas mãos em suas costas e comecei a orar: “Senhor, eu poderia ter levado ela ao médico, mas ele apenas daria um paliativo e, semana que vem eu teria que voltar com ela novamente. Eu não preciso aceitar isso mais, porque o Senhor me deu o exemplo: foi o Senhor em Moisés que abriu o mar, se não pudesse quebrar a lei natural, o Senhor teria arrumado outro meio. Depois, o Senhor em Josué parou o sol, quebrando a lei natural de novo. E foi o Senhor em Eliseu que fez a ferramenta flutuar, se não pudesse quebrar a lei natural, teria sido de outro jeito.  Mas isso tudo foi o Senhor me deixando exemplos, e hoje com o Senhor em mim, pelo que tenho aprendido do Senhor em carne humana, eu, repreendo esta enfermidade no nome do Senhor Jesus Cristo. Você, espírito de enfermidade, saia dela de acordo com Marcos 16 e Isaías 53, em nome do Senhor Jesus Cristo”! Quando terminei de orar fiquei quieta por um momento, quando me voltei para minha filha, ela estava serena, sua respiração tranquila, não mais febre e, depois desse dia, nunca mais ela nem mesmo tossiu.

Nas férias de julho fomos para um sítio. Lá, ela brincou de tudo: com barro, poeira, piscina, etc. e não teve mais nada!

Pastor, esses foram só alguns exemplos, pois muitos foram os livramentos espirituais que Deus concedeu a mim e minha casa através do senhor.

Hoje, olho para trás e vejo tantas coisas Deus me libertou através de sua vida. Tudo pelo fato do senhor ter permitido Deus te usar. Quero lhe agradecer por ter perdido saúde e tantos outros problemas em prol da minha vida. Tenho um lar, marido e filhos abençoados por causa do senhor.

Tenho uma dívida com o senhor e confesso que não tenho como pagar. Só Deus sabe o quanto tens me abençoado. Obrigada Pastor!

Jesiana Neves