Controle de Natalidade: Um Sacrifício aos deuses

A ideologia desse deus era basicamente: "Se queres prosperar sem grandes esforços me deem seus filhos e lhes darei tudo!"

Estamos ouvindo constantemente acerca da legalização do aborto e a efetivação do controle de natalidade. Dois assuntos bem polêmicos e contemporâneos, mas que têm suas ramificações em acontecimentos de milhares de anos atrás.

Tudo começa no livro de Gênesis…

Em Gênesis encontramos que Noé foi pai de três filhos: Sem, Cão e Jafé. E também encontramos que um dos filhos teve sua semente amaldiçoada como consequência por “descobrir” a nudez de seu pai. Este foi Cão. E quando este recebeu a maldição vários fatores ruins foram desencadeados; fatores estes que comprovaram que ele e toda a sua descendência estavam vivendo sob o jugo da maldição; e dentre estes fatores encontramos o povo originário de Canaã (filho de Cão), os cananitas, introduzindo em seu meio o deus Moloch ou Moloque. Moloque era um deus que exigia sacrifício de crianças. De acordo com as suas crenças os pais que quisessem ser prósperos, que suas terras dessem boas colheitas e inúmeras outras coisas nesse sentido teriam que sacrificar a ele seus próprios filhos. A ideologia desse deus era basicamente: “Se queres prosperar sem grandes esforços me deem seus filhos e lhes darei tudo!”

Curiosidade: Representado por uma estátua com o corpo de homem e a cabeça de um bezerro, os templos construídos para sua adoração precisavam estar em áreas bem abertas, pois os rituais de sacrifícios deveriam ser visto por todos aqueles que fossem prestigiar Moloque. Dentro dos templos eram construídas grandes estátuas retratando a figura desse deus, e os interiores dessas deveriam ser ocos para que dentro delas pudessem acender o fogo onde as crianças seriam jogadas vivas. ‘As estátuas de Moloque não passavam de fornos enormes’.

Ao pararmos para estudar a história do deus Moloque encontramos muitas outras histórias que se encaixam com a dele. Encontramos, inclusive, alguns historiadores dizendo que os cananitas eram politeísta, o que quer dizer que eles tinham e adoravam mais de um deus. Os estudos referente a Moloque mostram que os cananitas, os fenícios e os povos do Mediterrâneo ofertavam, também, adoração a uma outra deusa chamada Astarote. E essa mesma deusa aparece na Bíblia e em outras culturas diferentes, porém com algumas variações de nomes, dentre estes: Astarte, Aserá e Ashtoreth. Essas variações de nome acontecem simplesmente porque ao longo dos anos ocorre a transmissão de influências entre as culturas. Em outras versões dessa mesma deusa, percebemos: Ísis-Egito, Afrodite/Hera-Grécia Antiga, Ishtar-Babilônia e na cultura romana Vênus.

Todos os povos que adoravam Astarte a considerava como sendo a deusa do amor, da sexualidade, da fertilidade, da lua, da agricultura e também da guerra. Para muitas dessas culturas a representação física dessa deusa era chamada de ‘poste sagrado’. Essa nomenclatura se deu pelo fato de sua imagem ser esculpida em postes de madeira, e/ou no do tronco das árvores. Conta-se que por conta disso o lugar no qual ela era adorada, uma espécie de templo, chamava-se ‘bosque’.

Curiosidade: Os cultos prestados à Astarte eram lascivos. Fazia parte do processo a prática de prostituição, orgias, derramar sangue… E o detalhe principal é que tudo isso era legalizado.

 Quando os homens e as mulheres tinham o desejo de alimentar seus corpos com os prazeres da carne, não era muito difícil. Eles simplesmente se dirigiam aos templos construído para a deusa da sexualidade e se entregavam. Nesses cultos prestados muitas mulheres voltavam para seus lares grávidas de filhos que não eram de seus maridos. Algumas delas nem eram casadas, mas, como era tudo legalizado, passou a ser natural para elas.

Imagem ilustrativa

E aí? Afinal, o que fazia-se com as crianças que eram fruto dos rituais de adoração à deusa Astarte?

Eram essas as crianças que eram levadas até os templos e entregues  para Moloque, sendo jogadas nos grandes fornos e queimadas vivas.

Curiosidade: Enquanto os pobres bebês eram jogados entre as fendas de Moloque tambores eram tocados para que os gritos das crianças fossem sufocados. Esse ritual servia, também, para o controle populacional.

 

E não é isso que estamos presenciando hoje? Filhos que são entregues aos grandes fornos de Moloque antes mesmo de nascer?

 

Assim como no passado as pessoas novamente querem se deleitar dos prazeres da carne. Querem se entregar aos desejos e acabam cometendo atitudes animalescas. Orgias. Continuam a oferecer cultos a Astarte, sem saber. E a única diferença agora é que de tão esperto Satanás evoluiu suas táticas. Lá atrás ele começou com algo aterrorizante: ‘sacrifício de bebês’. Algo que atualmente até os incrédulos abominam. Porém, quando a sua tática primária, ‘a troca pela prosperidade’ deixou de funcionar, quando o povo não mais quis aceitar a proposta de sacrificar crianças para obter algo, camuflou-se em cirurgias, preservativos, pílulas e aborto.

‘Por Satanás ter criado outros meios para o mesmo fim, e só por isso, hoje o mundo não tem aquele tipo de templo erige. Só porque Satanás acompanhou a “evolução humana” não vemos bebês sendo queimados. Não mais vemos aquele último grau de loucura. Como o “bom” gestor que ele é para esse mundo, mudou seu marketing de trabalho, afinal, por qual motivo ele exigiria que os homens e mulheres joguem seus filhos no fogo de seus altares, se é mais fácil incentivá-los a não ter filhos?’

 O que Satanás está fazendo hoje é mais inteligente e menos trabalhoso. Não tem mais aquela pompa toda de rituais sacrificiais, mas de forma alguma deixou de obter sucesso em seus resultados; ele agora usa os grandes ícones mundiais das organizações religiosas e governamentais; pessoas que podem exercer influência no mundo inteiro, para incentivar o controle de natalidade e a legalização do aborto. Uma estratégia eficaz, já que por meio dela adolescentes, jovens e adultos são convencidos e as crianças já crescem abominando a ideia de ‘ter filhos’ e ligado a isso o conceito de família.

 Sua propaganda agora é: Previna-se! Defenda a sua liberdade. Uma maneira mais civilizada de matar (eliminar pessoas antes que elas nasçam) e controlar o número da população mundial. Note que é o mesmo ato, porém mais vistoso.

Curiosidade: As festas que no passado eram realizadas como adoração à Astarte deram origem ao que chamamos hoje de Carnaval. Para muitos o carnaval é uma festa que teve chegada relativamente recente no Brasil, mas não. O carnaval é uma festa milenar, que teve sua origem nos templos da deusa Astarte, e posteriormente passou a ser conhecido como festivais; ‘os dois mais famosos são os festivais greco-romanos conhecidos como Saturnália e Bacanal. Eventos marcados pela embriaguez e pela entrega aos prazeres da carne’. E estes com a mudança inerente do passar dos anos deram origem ao que conhecemos hoje por ‘Carnaval Moderno’.

Quero agora chamar a sua atenção, para algo: A falta de conhecimento faz com que sejamos encontrados dentro de situações que nós tanto combatemos e repudiamos, e que podem estar se apresentando à nós de maneiras disfarçadas. Amenizadas. A princípio saber das coisas que acabamos de ler aqui parece irrelevante. Pode dar-nos a impressão de que estamos lendo sobre coisas mitológicas, sobre coisas que pessoas incompetentes inventaram e/ou creram algum dia em um passado muito distante, coisas que por piores que tenham sido já foram superadas e hoje nada tem a ver conosco mais.

 Não tomar conhecimento das coisas pode nos levar a pensar que temas tão atuais como o sugerido no título acima não são consequências de eventos e crenças passadas, quando na verdade sempre estão correlacionados. Assim como os itens da moda que por mais “passados” que sejam, em algum momento voltam a ser tendências só que de uma maneira mais moderna, as ideias, filosofias e crenças antigas também voltam a ativa de uma forma  modernizada. Atualizada. O próprio profeta nos ensinou a olharmos para origem das coisas; para onde tudo começou. Porque ele sabia que tudo o que nós vemos hoje, de alguma maneira já aconteceu. E não apenas o profeta nos ensina isso, mas Deus também fez questão de nos lembrar em sua Palavra, que, não há nada novo debaixo do céu . E aqui estamos nós olhando para o livro semente, Gênesis; pois aprendemos que devemos olhar para o princípio para ver o reflexo do fim.

Proposta de Reflexão: Será que em algum momento de nossas vidas nossos atos nos enquadram nesse tipo de festas? Nessas ideias atualizadas e  “Amenizadas”?

Adquira Conhecimento

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7 comentários

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    Emerson Vilaça

    24/02/2020 as 18:07

    Grande realidade.

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    Alessandra Policarpo Marques Zebral

    25/02/2020 as 05:04

    Isso é verdade, ele só muda a tática

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    Tiago José

    26/02/2020 as 10:11

    Conhecimento! Uma das virtudes da Estatura do Varão Perfeito.

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    Ludmila

    27/02/2020 as 00:12

    Como é bom saber que foi por graça que estou livre disso.
    Isso me faz sentir indigna e agradecida

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    Kevine

    27/02/2020 as 16:40

    Que Deus abençoe, linda reflexão

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    Lucilene

    27/02/2020 as 17:30

    Eu digo Amém.Deus abençoe.

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    Mariane Oliveira

    28/02/2020 as 21:28

    Texto excelente. Quantas informações necessárias e conteúdo propício ao tempo em que estamos vivendo.
    Podemos observar como satanás ao longo do tempo apenas muda suas táticas, mas o seu espírito imundo continua o mesmo. Graças ao nosso bom Deus por nos dar conhecimento e livrar-nos disso.

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