Como Pronuncias Tuas Palavras? Seja Zeloso!

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Como Pronuncias Tuas Palavras? Seja Zeloso!


E disse Deus: ‘Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra’ (Gênesis 1:26). O homem feito por Deus, sendo muito boa a Sua última criação em seis dias, tendo descansado no sétimo.

O homem, de toda a criação, é o mais belo, a mais perfeita obra do Senhor, capaz de dominar sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre o gado e sobre toda a terra. Pode ser dominado por apenas um pequeno e importante órgão muscular de seu próprio ser. O único ser capaz de comunicar em expressão de palavras, racional, dotado de uma incomensurável capacidade de inteligência pode ser literalmente refém de sua própria língua.

A língua está relacionando ao sentido do paladar, à deglutição dos alimentos e à formação dos fonemas da fala. Localizada na parte ventral da boca, possui músculos que são ligados ao crânio. No pronunciamento das palavras, sendo cuidadoso, focaremos na fala, uma das propriedades da língua, um basal componente em nosso sistema de comunicação.

Uma das maneiras de resoluções de conflitos, de busca de compreensões e a procura de um relacionamento agradável e proveitoso é o diálogo, conversar, comunicar. A comunicação significa partilhar, participar algo, tornar comum. Através da comunicação os seres humanos partilham diferentes informações entre si, tornando o ato de comunicar uma atividade essencial para a vida em sociedade.

Embora não seja a única forma de comunicar, a fala se torna uma das melhores utilidades usufruídas em convivências humanas, quando utilizadas com respeito e cuidado, em harmonia. Um fator de extrema importância em nossa relação com os homens e, principalmente com Deus, merece todo zelo de nossa parte conservar em sã consciência o nosso falar, a nossa língua, o nosso proceder!

São Tiago (2:12) nos orienta que assim como falamos, assim procedamos. Um apóstolo, coluna da igreja primitiva, consegue de uma maneira fiel nos ensinar o quanto é necessário sermos comedidos, castos e irrepreensíveis em guardar nossas línguas (capítulo 3).
Um assunto tão fundamental que São Mateus enfatiza:

Mas eu digo que, no dia do juízo, os homens haverão de dar conta de toda palavra inútil que tiverem falado. Pois, por suas palavras vocês serão absolvidos, e por suas palavras serão condenados.” (12:36-37)

As Sagradas Escrituras, escrita por homens experimentados por Deus, inspirada pelo Espírito Santo, que trata de todos os assuntos que necessitamos e precisamos saber, inclusive de conhecimentos pertinentes ao ser humano, de Gênesis a Apocalipse, abordaria dos cuidados de nossas línguas de maneira improfícua? Embora seja um dos menores órgãos do corpo humano, é um dos que mais utilizamos, que mais trabalha. Sem vigília constante, cuidado devido e ausência de oração, é um dos mais letais da espécie humana, de acordo com o apóstolo São Tiago 3: 3 ao 6; assim como também nos versículos 7 e 8.

O Rei Davi, escolhido a dedo por Deus, através do profeta Samuel, tendo experiências impactantes em sua vida e diante de terríveis inimigos, em seus escritos, com propriedade sentencia:

‘Eu disse: Vigiarei a minha conduta e não pecarei em palavras; porei mordaça em minha boca enquanto os ímpios estiverem na minha presença. ’ (Salmos 39:1)

E reforça em seus constantes diálogos com Deus: ‘Senhor, livra-me dos lábios mentirosos e da língua traiçoeira!’ (Salmos 120:2). Um hábito necessário, o cuidado daquilo que semeamos com nosso falar. O Senhor Jesus Cristo nos esclarecer que ‘O que contamina o homem não é o que entra pela sua boca, mas o que sai da boca, isto sim é o que contamina o homem’ (São Mateus 15,11), identificando o espírito que vivia entre os fariseus e escribas, quando de fato o povo O honrava com os lábios, e seus corações estavam longe do Senhor. Uma enorme discrepância entre verbalizar e viver! Um hiato entre pronunciar e prontificar!

O mandamento de sermos sóbrios (I Pedro 5:8) leva em consideração nossa forma de tratar a todos com moderação e prudência, sem distinção. Em relação aos nossos irmãos, nossos próximos, como a nós mesmo! Palavras criam atmosfera, favorecem um ambiente propício ao respeito, segurança e confiança uns aos outros. Salomão, um verdadeiro sábio escreveu :

‘O que guarda a sua boca e a sua língua, guarda das angústias a sua alma.(Provérbios 21, 23)  ’

Nosso profeta, com olhos de águia e com um zelo preventivo pregou:

Não importa o quão pobre sejamos, o quanto temos que ser pisoteados, o quanto o mundo fala de você, e diz toda coisa acerca de você, isto deveria te fazer manter a cabeça erguida pela moral do restante deles. Nós nunca deveríamos falar uns contra os outros. Devíamos sempre dizer as melhores coisas sobre um irmão ou uma irmã. (Mensagem Sedento Por Vida, 41).

Como é seu pronunciar? É de acordo com uma vida zelosa, moderada, cristã? O Rei Davi nos orienta um princípio de vida respondendo uma inquietante, porém real pergunta: ‘Quem de vocês quer amar a vida e deseja ver dias felizes? Guarde a língua do mal e os seus lábios da falsidade’ (Salmos 34: 12-13). São Tiago nos mostra que quem domina sua língua domina seu corpo. Oh, que outro princípio de vida! ‘Todos tropeçamos de muitas maneiras. Se alguém não tropeça no falar, tal homem é perfeito, sendo também capaz de dominar todo o seu corpo’ (Tiago 3:2).

A responsabilidade de uma vida prudente, de testemunho vivo, reside também em se posicionar e reconhecer a referência de nossas ações, de nossas promessas: ‘E, quando fizerdes por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai’ (Colossenses 3,17). A moderação deve ser intrínseca ao nosso falar! Imprescindível na vida do cristão:

‘A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para que saibais como vos convém responder a cada um’ (Colossenses 4,6).

Seja de um só derivar, um único proceder a nossa fala, o nosso viver. Que a soma de nosso conversar com o nosso expressar de vida seja um resultado conhecido, respeitável, claro, digno, santo! São Tiago questiona que com a mesma língua bendizemos ao Senhor e Pai, e outrora amaldiçoamos os homens, que foram feitos à semelhança de Deus. Como pode uma mesma boca proceder à bênção e maldição? Com intensidade indaga se de uma mesma fonte pode fruir água doce e amarga, ou se uma figueira produz azeitonas (3: 9 ao 12). Um apóstolo observador das práticas humanas e um contumaz cuidado de uma ética verdadeiramente cristã, São Tiago deixa um princípio de vida saudável e aprazível a todos nós:

‘Sabei isto, meus amados irmãos: todo homem seja pronto para ouvir, tardio para falar e tardio para se irar’ (1:19)

E quando chegar o momento de sua fala, de seu pronunciar, que será acompanhado pelo seu viver, lembre-se do sábio Salomão:

‘O homem se alegra na resposta da sua boca, e a palavra, a seu tempo, quão boa é!’ (Provérbios 15:23).

‘Falai de tal maneira e de tal maneira procedei, como aqueles que hão de ser julgados pela lei da liberdade’ (São Tiago 2:12).

Recorrentemente, como pronuncias tuas palavras? Como procede a seu costume de vida? Como é o reflexo do seu hábito de viver? Sejamos zelosos!

Redação Assim Está Escrito 

  • Robert Sidnei

    Eu almejo alcançar tal nível.
    Sei que é possível.DEUS continue Abençoando…

  • Jônatas Elias

    E quando chegar o momento de sua fala, de seu pronunciar, que será acompanhado pelo seu viver…