Graça e Lei

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O profeta irmão Branham nos diz que não é nada do que fazemos, mas, Deus por Sua Graça e eleição que nos escolheu. Não é nada do você fez (uma lei de outrora), mas – [olha o ‘mas’ aqui novamente!] – o que Ele fez.

...não foi: “Abraão, se você fizer determinada coisa, eu farei de ti uma grande nação e te farei pai de nações”. Ele disse: “Eu a fiz.” Lembrem-se: a promessa foi totalmente graça e nenhuma lei misturada nela. Não havia nenhum “se tu fizeres isso”, em absoluto; é absolutamente Deus escolhendo a Abraão.

(Mensagem: O Pacto da Graça de Abraão, §57)

Graça, de acordo com o Dicionário Bíblico, significa favor. Contextualizado no Novo Testamento, é aquele favor que o homem não merece, mas que Deus livremente lhe concede. Exprime a corrente de misericórdia Divina, pela qual o homem é chamado, é salvo, é justificado e habilitado para viver bem e achar isso suficiente. Já nosso profeta pontua que Graça é um favor não merecido. Assim, Graça é o que Deus faz por você.

Lei, do latim lex, legio, do verbo lego, legere, lectum, verbo ler; é um sistema de regras que são criadas e executadas por meio de instituições sociais ou governamentais para regular comportamentos. É também definida como ‘ciência da justiça’ e da arte da justiça. São Paulo (Romanos 7:1) registra que a lei tem domínio sobre o homem por todo o tempo que vive.

A Graça possui atribuições tão sólidas que fazem dela exclusiva, verdadeira e unicamente ofertada, somente por Aquele que possui soberania sobre a terra, o céu e o mar: Redenção (resgate do gênero humano por Jesus Cristo), incondicionalidade (ausência de condições, adesão gratuita), libertadora (livra de prisões), proporciona responsabilidade (responde pelas próprias ações – testemunho – ou dos outros – guarda, conserva, cuida), posiciona (se compromete com a vida), convidativa (mudança de atitudes antigas para um maneira mais prudente de se viver) e constância (persistência), entre tantos adjetivos a ela aplicada.

São Paulo em Gálatas (3:19) fala que o propósito da lei foi ser inserida por causa das transgressões -até que viesse o Descendente a quem se referia a promessa- e essa foi promulgada por meio de anjos, pela mão de um mediador. Lei compreende-se de alguns conceitos bem básicos e atuantes: Condicional (dependente de uma condição), rígido (inflexível, não se altera), irredutível (não se desfaz, independente da ocasião, ato ou efeito), factual (se atém aos fatos, sem buscar interpretá-los).

Uma dicotomia (partição de um termo, situação, ideia em duas partes) bem apresentada ao longo da Bíblia, é composta e precedida pela Lei e é atualmente destacada pela Graça. Antes de um Divisor histórico na humanidade, a Lei operava de forma impetuosa, rápida e afoita. Aproximadamente quatrocentos anos após o império da Lei, a Graça resplandece, triunfa e prossegue de forma constante. Como disse São Paulo, a Lei não é pecado (Romanos 7:7). Nosso profeta nos falou que a Lei não poderia ter sido trevas: ‘Tem que ter havido certa porcentagem de luz nas trevas para fazer sombra’. Na verdade, ‘a lei tinha sombra dos bens futuros, e não a imagem exata das coisas…’ (Hebreus 10: 1). Por mais que a Lei possuía sua especificidade, a Palavra não excluiu sua atuação! Assim, a Graça também veio e encontrou Seu lugar nos corações dos filhos, localizando liberdade, ação e abertura em Seu povo. Vejamos:

Uma mulher em seu comportamento formal, que ao passear entre a cidade se ocupou de atividades ilícitas e foi encontrada no ato. Perante a Lei a sentença já estava expedida. Mas, -oh, que palavra mais bem empregada em uma narrativa!- a Graça estava presente, de olho no que ocorrera até o momento. Ali era o factual diante da redenção. Ao se encontrar diante da Liberdade, a recomendação era apenas ‘não peques mais’.

Caminhando com seus alunos por um povoado, deparam-se com um deficiente visual. Precipitadamente a pergunta foi lança de quem era a culpa de tal ocorrência. O Homem que da Graça fazia seu caminho concede a resposta, devolvendo a visão. A Lei foi logo tirar a satisfação, afinal de contas, os fariseus não esqueciam jamais que no sábado não era lícito realizar alguma atividade. No entanto, um homem foi prontamente curado, outros de alta classe, cegados com suas próprias leis. A Graça liberta, a lei, nem tanto. Ali estava o próprio Sábado, transvestido de Graça.

Perguntavam como Cristo podia fazer prodígios, como se houve necessidade de condição. E como pode curar? Até sobre a força da natureza influenciava. Com o Messias até a lei da gravidade recuava seu percurso. Como isso acontecia? Não se trata de entender, e sim, crer. Não era rigidez, nem mesmo polidez, era soberania.

Graça:

A graça soberana vem de Um que é soberano. A graça soberana vem de um que é soberano. Soberano, o que pode isto fazer? Soberano pode fazer o que ele deseja. Ouçam isto agora. A graça soberana só pode ser dada por um que seja Soberano. E Deus é Soberano, então Ele pode dar graça soberana. Portanto sendo soberano, a graça não tem que pedir a ninguém, ela não tem que fazê-lo. Ela faz o que deseja. Não é isto maravilhoso? Ela não tem que pedir, “Posso eu fazer isto?” Ou, “Devo eu fazer isto? Posso eu? Farei eu?” Ela não faz isto. Ela o faz de si mesma. A Graça é Soberana, portanto Ele pode salvar o mais vil, Ele pode salvar o pior, Ele pode salvar o impuro, Ele pode salvar o imoral, Ele pode curar o mais enfermo. Aleluia!

Mensagem: A Mensagem da Graça, § 130

 

São Paulo comenta em Romanos (5:20) que a lei veio para que a ofensa abundasse. Mas, onde o pecado abundou, superabundou a Graça. O profeta irmão Branham nos diz que não é nada do que fazemos, mas, Deus por Sua Graça e eleição que nos escolheu. Não é nada do você fez (uma lei de outrora), mas – [olha o ‘mas’ aqui novamente!] – o que Ele fez.

Um comentário

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    Ylberty de souza oliveira

    16/07/2020 as 19:20

    Não foi nada de nos mesmo mais a grande é soberana GRAÇA.

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