O Mistério Das Vestes

Se nos mantivermos atentos, iremos notar que no entremeio da segunda e a terceira guerra há uma série de personagens e acontecimentos importantes, que se encaixam perfeitamente no contexto dos dias atuais, nos quais estamos vivendo.

Leitura Bíblica: Apocalipse 16:12-17

Na mensagem ‘Eventos Modernos Esclarecidos Por Profecias’, o profeta diz que quando não sabemos o que estamos fazendo é como se estivéssemos combatendo contra o ar. Os eventos modernos que foram profetizados para este tempo, têm acontecido sobre a terra e estão passando demasiadamente rápido diante de nós, de modo que muitas vezes não conseguimos notá-los e identificá-los na Palavra.

No Livro de I Reis, encontramos três guerras acontecendo; a primeira está relatada  no capítulo 20: 1 ao 21. Nessa guerra,  o rei da Síria ajuntou seu exército, cercou Samaria, mas, foi derrotado por Israel; a segunda segue do verso 22 ao 30, que é onde  encontramos novamente   o exército da Síria sendo derrotado pelo exército de Israel, que estava arregimentado em planícies. Ao fim da peleja, após  ser derrotado, o rei da Síria, Ben-Hadade, fugiu; e, por fim, a terceira guerra é encontrada no capítulo 22, verso 29 ao 36

Se nos mantivermos  atentos, iremos notar que no entremeio da segunda e a terceira guerra há  uma série de personagens e acontecimentos importantes, que se encaixam perfeitamente no contexto dos dias atuais, nos quais estamos vivendo.

E no capítulo 21, a partir do verso 17, Elias  profetiza contra o rei Acabe. Já no capítulo 22, a partir do verso 9, vemos o profeta Micaías com uma visão, que mostrou que os profetas de Acabe seriam possuídos por um espírito de mentira, induzindo-o a entrar naquela terceira guerra. Essa guerra tinha por motivo à  ocupação das terras de Israel, pelos Sírios, que se alimentavam e usufruíam do fruto da terra no lugar dos israelitas. 

Mas, como isto se encaixa em nossos dias? Na mensagem ‘Tentando Fazer Um Serviço Para Deus Sem Ser Da Vontade De Deus’, no parágrafo  167, o profeta aplica isso em nossos dias. Mostrando, que haveria uma união entre as religiões com o objetivo de retomar os direitos que foram dados ao povo: “Se vós metodistas, e presbiterianos, e tudo, e presbiterianos, e luteranos, e coisas tais, todos receberem o concílio ecumênico aqui agora, todos nos sentaremos juntos, e tomaremos a coisa.” (Estou dizendo e falando numa parábola agora) “Nós iremos tomá-la.”

Tomando a mensagem ‘Alimento Espiritual Em Seu Devido Tempo’, o profeta também fala sobre as pessoas do tempo de Elias; elas eram tão modernas que não queriam ouvir a Palavra, assim como são hoje. E todos esses, são eventos modernos que estão se repetindo agora, no entremeio da segunda e terceira guerra mundial. Podemos citar como por exemplo o  surgimento da ONU, Israel se tornando uma nação, o profeta recebendo sua comissão e o avanço da ciência. Na mensagem ‘A Invasão dos Estados Unidos’, o profeta diz que quando o Estados Unidos se uniu com a Rússia, os russos conseguiram todas as coisas que eram deles, como seus segredos, inteligência, armamento e outras coisas. E isso foi a mesma coisa que aconteceu quando Nabucodonosor tomou os sábios de Israel (Daniel, Hananias, Misael e Azarias) e levou para a Babilônia.

Por fim, na mensagem ‘Religião de Jezabel’, o profeta mostra que a mensagem final dos profetas João Batista e Elias, após terem cumprido seus respectivos ministérios, trouxera um ataque à “Casa Branca”, governo, daquele tempo. Depois da mensagem de ataque, a próxima mensagem foi para tratar apenas com um povo especial que estava em um lugar provido por Deus. Enquanto isso, pragas (eventos modernos) começaram a cair sobre a “Casa Branca” e todos que estavam sob seu domínio. Conosco não é diferente, pois tivemos um Elias que ao final de seu ministério atacou a “Casa Branca”.

Em Apocalipse 16:15, encontramos que no tempo da Vinda do Senhor, manter suas vestes intactas seria considerado uma bem-aventurança, mas, por que isso? A resposta também se encontra em Apocalipse, no capítulo 19, verso 7, onde podemos descobrir que o significado das vestes é nada menos do que a Justiça dos Santos. “Bem-aventurado aquele que vigia, e guarda as suas vestes”, isso porque, neste tempo no qual estamos vivendo o maior objetivo dos espíritos satânicos é rasgar as vestes de justiça da Noiva. 

No livro de  Mateus, capítulo 24,  é revelado o propósito da soltura dos 200 milhões de demônios, para que os eleitos não sejam confundidos com esse evento moderno. Portanto, é necessário vigiar e guardar, pois existem muitos espíritos tentando rasgar nossas vestes. Em Apocalipse 16:14, vemos três espíritos tipificados em rãs (que saíram diretamente da trindade do dragão, da besta e do falso profeta), advindos do Concílio de Nicéia, entre a sexta e a sétima taça. Estes espíritos, têm como principal objetivo fazer com que a Noiva estrague suas vestes, assim como aconteceu com a primeira Eva, quando ela tirou suas vestes de justiça ao achegar-se primeiro a serpente antes mesmo de achegar-se ao seu marido. 

Em I Samuel 4:12, vemos que as vestes rasgadas significavam o desespero advindo da ausência da Arca da Aliança (Palavra de Deus), pois ela havia sido retirada de Israel. Também podemos ver o significado e importância das vestes quando os irmãos de José o venderam para os egípcios e rasgaram sua túnica. Também podemos ver um tipo disso, quando Eliézer, o profeta, trouxe vestes para que Rebeca, noiva, pudesse encontrar-se com Isaque, o esposo.

Neste entremeio da segunda e terceira guerra é que se cumpre a visão que o profeta conta nas mensagens ‘Dores de Parto’ e ‘Obra Prima’ de uma noiva magnificada, totalmente vestida da Justiça de Deus. Neste espaço é  o tempo em que a Noiva tem para se aprontar; vestindo-se de linho fino, que é a Palavra de Deus. É necessário,  que guardemos essas vestes para que os espíritos deste tempo não as tirem de nós. Precisamos nos atentar para manter as nossas vestes limpas, como diz em Hebreus 10:22, lavados com água limpa! Que possamos estar não somente vestidos, mas lavados com essa Água, não envolvendo-nos em situações que possam manchar nossas vestes. 

Pr. Maurício Nize

Pr. Maurício Nize


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