Os Rudimentos Na Abertura Da Palavra | Programa Assim Está Escrito 182 | 07/07/2017

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Os Rudimentos Na Abertura Da Palavra | Programa Assim Está Escrito 182 | 07/07/2017

Leitura Bíblica: Atos 3, 19 ao 21

Quando começamos a ouvir sobre a abertura da Palavra, a revelação da mensagem que tínhamos nas mãos, ouvimos algo que não nos pareciam bem e, todavia ainda não fazem bem. Ouvíamos que não havia necessidade de arrependimento se você soubesse. Nós ouvimos que nós não éramos mais gentios. Mas, por que isso? Por que acontecem coisas contrárias quando uma grande coisa de Deus está por acontecer? Antes de Jesus vieram vários ‘Jesuses’. Apareceram vários Elias, muitos precursores. O Profeta irmão Branham fala (mensagem Parado na Brecha) que a primeira coisa que acontece quando uma lavoura começar a produz grãos é que os espantalhos são colocados. Muitos espantalhos foram colocados para que o povo de Deus não percebesse a colheita que estava próxima. A alimentação em porções sobrenaturais que Deus estava nos dando. Desta forma, todas estas coisas são espantalhos. Mas o pássaro sabe que há grão. O pássaro observa que o movimento do espantalho é repetitivo, que não tem vida, que não é nenhuma ameaça. Aproxima do espantalho e come o grão. Há quem não teve medo? Sim. Há quem foi espantado? Há. Há quem ainda está espantado de longe? Há.
‘Arrependei-vos, pois e convertei-vos para que sejam apagado os vossos pecados.’ Ninguém se aproxima de Deus em pecado: arrependimento, conversão, batismo, eliminação dos pecados e a pessoa possa ter assim um tempo de refrigério pela presença do Senhor. ‘Presença’ está falando de algo que está ali. A pessoa se arrependeu, converteu, teve os pecados apagados, esta presença de Deus vai se manifestar naquela pessoa. ‘Convém que o céu o contenha até os tempos da restauração de tudo, dos quais Deus falou pela boca de todos os seus santos profetas, desde o princípio. ’Até’ está colocando um limite para esta contenção. Restaurou, então, abre-se o céu.
A finalidade da restauração é preparar tudo para que a revelação pudesse vir e encontrar lugar onde ela pudesse habitar. E esta revelação também pode ser utilizada pela palavra manifestação (estar presente, mas não manifestado). Jesus sempre estava presente, uma presença. Restauração feita não por um homem é um ministério que está sobre um homem. Restauração, quem é que executa a restauração? Mateus 17, 11: Elias. O ministério de Elias é o ministério biblicamente dentro das Escrituras de restauração. Restauração tem um paralelo com redenção, que é voltar à posição original. O ministério de Elias tem tudo haver com restauração.
O que são rudimentos? Deus não dá uma revelação hoje e amanhã dá outra revelação. O irmão Branham diz (Exposição das Eras) que quando Deus traz uma revelação, aquela revelação já é perfeita. O que Deus faz é trazer mais luz aquela revelação que Ele trouxe. E os rudimentos? Cremos nos rudimentos. Batismo no nome do Senhor Jesus Cristo não é rudimento, se a pessoa compreender o que é um batismo. O ministério de Elias vem restaurando tudo porque tinha um propósito nisto. Não é uma fase que termina e começa outra. Os rudimentos eram necessários para chegar a este ponto. É a mesma revelação jogada mais luz, em que sem o rudimento não haveria isto.
Como Elias no seu ministério profético que realizava a desconstrução da imagem de Baal da concepção das pessoas, como o irmão Branham fez por muito tempo, desconstruir a trindade. Restauração é desfazer o que havia feito e realizar o que é correto.
A mensagem é uma só. A abertura da Palavra é a mensagem, não é um título. O profeta (na mensagem Cristo é Revelado em Sua Própria Palavra) fala que não podemos interpretar mal a Palavra, não pode deslocar a Palavra e não pode aplicar mal. À maioria das pessoas que criam doutrinas aplica mal a Palavra. A Escritura não é de particular interpretação. Deus é Seu próprio intérprete (irmão Branham). Esta restauração, em muitos casos, ela terminou em sessenta e três (1963), mas, às vezes começou em oitenta (1980). Quando? Na minha vida, na sua! É necessária esta percepção.
Em Mateus 17 encontramos quem faz (a restauração). Em Malaquias 4 encontramos como fazer (a restauração) assim também aonde se faz a restauração (nos nossos corações, nossas concepções, a nossa maneira de crer – à maneira dos pais). O que é a Abertura? É o mensageiro falando ‘Esposa, olha o Esposo aqui!’.
A mensagem tornou-se um domínio nas nossas vidas. Nós ouvimos o mistério de Deus. E o quê prova o cumprimento daquilo que esperávamos? É que quando nós passamos a pregar uma mensagem de exortação e correção ninguém se levanta contra. A pessoa se preocupa em mudar sua vida. A pessoa assume um domínio sobre sua vida. A Abertura da Palavra desconstrói o errado, constrói o correto e traz fogo, e traz Deus ali. Não importa quem está pregando, a pessoa enxerga Cristo pregando, a Palavra sendo manifestada ali. A pessoa que entende isto não está olhando o véu, saiu do véu e entra no Santíssimo.
O profeta quando prega a Palavra ele só estava dizendo o que estava dentro (da Palavra), não acrescentando alguma coisa. A revelação é a conexão das Escrituras, não algo que surge na cabeça. Trazendo entendimento das Escrituras.
Não há separação entre rudimentos e abertura da Palavra, uma está conectada a outra. Nós temos que entender a Palavra como um todo acontecendo em fases diferentes. Deus em morfe: mudando Sua forma. Não que Deus deixa de ser Deus: Eu Sou Deus e não mudo, Ele não muda Sua essência de ser Deus, mas a Sua manifestação.
Os rudimentos não deixaram a mensagem, não eram a mensagem completa. Mas a mensagem completa tinha todos os rudimentos em si.