Israel, Paradoxo Da Agricultura | Assim Está Escrito

Para o mundo, esse belíssimo desempenho do Estado de Israel é fruto do avanço científico do país. No entanto, sabemos que o desempenho de Israel é fruto de bênçãos dadas a eles, por Deus, a milênios de anos atrás.

O país de Israel, tem um território pequeno e um solo que apresenta condições hostis e até mesmo precárias em relação à manifestação de atividades agrícolas. No entanto, no cenário mundial o Estado de Israel é considerado o maior paradigma da agricultura, pelo fato de conseguir manter uma produção de nível elevado em um território onde grande parte do solo é desértico. Sendo a sua agricultura um dos aspectos econômicos mais desenvolvidos do mundo, Israel é  um grande exportador de produtos  frutícolas, hortícolas; sendo líder mundial em pesquisas agrícolas. 

O pequeno território de Israel possui 22.145 km², e o intrigante é que mais de 40% desse território é desértico, assim como o deserto do Saara (o maior deserto do mundo). O segundo relevo predominante em Israel é a superfície semiárida,  apenas  20% da superfície é de terra fértil e utilizável para uso geral das necessidades populacionais.

Visto que em Israel só chove entre os meses de abril e setembro, o volume de água renovável é de 160 milhões de metros cúbicos por ano, sendo que 75% desse valor é usado para abastecer a agricultura do país, restando apenas 25% desse volume de água para o uso geral da população. Mediante a essa situação, era uma missão difícil, ou melhor, quase impossível manter esse país de território minúsculos, com cerca de 2/10 de terra para produzir produtos agrícolas para cerca de 8.5 milhões de habitantes. A solução foi utilizar sistemas modernos de irrigação. E a chave para esse desenvolvimento  foi a criação de sistemas automatizados de irrigação por gotejamento.

O sistema de irrigação por gotejamento foi criado no Kibutz Hatzerim – assentamento israelense localizado no deserto do Negev, em 1966 pelo engenheiro hídrico israelita, Simcha Blass. Tempos depois, essa invenção virou produto de exportação do Estado de Israel. E foi adotada como sendo ‘a saída’ (solução) para vários países que passam pela mesma situação.

Porém, essa invenção e inovação no cenário agrícola só é viável pelo fato de Israel ser o terceiro país tecnológico e científico mais avançado do mundo, estando atrás apenas do EUA e China.  De acordo com os dados, a história agrícola israelense teve um aumento progressivo na produtividade (26% da produção) entre os anos de 1999 e 2009. E o que torna interessante essa evolução é o fato de que mesmo tendo esse aumento considerável na produção, o número de produtores veio diminuindo de 23.500 para 17.000, com 12% a menos no uso de água.

Dos produtos exportados, mais de 35% são vegetais frescos, 20% são flores; e deste total, 36% são designados ao consumo interno do país e 22% à exportação (destinados a região do Oriente Médio e pelas extensões da Ásia). Israel atende 95% da demanda doméstica do país e importa quase todos os grãos.

Para o mundo, esse belíssimo desempenho do Estado de Israel é fruto do avanço científico do país. No entanto, sabemos que o desempenho de Israel é fruto de bênçãos dadas a eles, por Deus, a milênios de anos atrás. E eles, os verdadeiros judeus, sabem muito bem que isso é fruto da permanência deles onde Deus ordenou que eles ficassem; pois foi dito a eles que seriam abençoados na terra que Deus deu a Abraão e a sua descendência. E mesmo com todas essas dificuldades de território, clima e ainda a grande porcentagem populacional, eles continuam a desfrutar das bênçãos dadas a eles através de seus antepassados. 

Hoje, se tomarmos esse quadro como exemplo, seremos incentivados a nos manter em nosso posicionamento no Corpo de Cristo, ainda que os mísseis teleguiados de Satanás estejam dirigidos a nós. Pois, se Deus continua cumprindo Sua Palavra, dando assistência a nação que um dia rejeitou Seus profetas e o próprio Messias, porventura esqueceria Ele de cuidar de nós, que O amamos e O recebemos, e também a Seu profeta?

Assim como Israel, precisamos estar firmados na promessa d’Ele. E uma de Suas promessas à nós foi que, ‘Ele estaria conosco e em nós’. E como já O temos recebido, o que temos de fazer agora é: ‘simplesmente deixar que Ele atue por nós e em nós’. 

Fé no que Ele disse nós já demonstrando ter, agora a questão é: devemos ter consciência de que o que Ele falou e previu, vai acontecer.

2 comentários

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    Ione Lopes

    08/12/2020 as 13:55

    Amém !

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    Alessandra Policarpo

    11/12/2020 as 09:47

    Amém e Amém

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