As Sete Festas Na Vida De Um Cristão | Assim Está Escrito

Todas as sete festas apontavam para Cristo e apontam para o Novo Pacto. Sendo verdadeiros cristãos, cada um de nós queremos ter uma experiência pessoal com Cristo e toda pessoa que possui uma experiência real com Ele, jamais será o mesmo indivíduo novamente. Portanto, quando temos uma experiência real com Jesus, ninguém é capaz de tirá-la de nós, pois O ouvimos e nos identificamos com Ele.

Leitura Bíblica: Levíticos 23: 1 e 2; Colossenses 2: 16 e 17
Mensagens Lidas: Ao Nascer do Sol; A Festa das Trombetas; O Futuro Lar Do Noivo Celestial E Da Noiva Terreal.

Todas as sete festas apontavam para Cristo e apontam para o Novo Pacto. Sendo verdadeiros cristãos, cada um de nós queremos ter uma experiência pessoal com Cristo e toda pessoa que possui uma experiência real com Ele, jamais será o mesmo indivíduo novamente. Portanto, quando temos uma experiência real com Jesus, ninguém é capaz de tirá-la de nós, pois O ouvimos e nos identificamos com Ele.

Dentre as Sete Festas, a primeira era a Páscoa, que era quando o cordeiro era imolado. Essa festa lembrava a saída da escravidão, a saída do Egito por uma mão forte de Deus. Eles, o povo de Israel, tinham uma identificação real com a Páscoa e assim como eles, nós precisamos ter uma real experiência de Páscoa em nossas vidas, nos libertando da religião e da incredulidade. É uma experiência pessoal com o Cordeiro (Jesus Cristo) que foi crucificado. Quando nos identificamos com Ele, temos paz.

A segunda Festa era a dos Pães Asmos. Era quando os filhos de Israel ficavam sete dias sem ter contato com o fermento. Essa festa representa as sete eras da Igreja, que é o período onde a Palavra foi pregada puramente, isto é, sem a intervenção humana. A Noiva desse dia será pura pela Palavra, disse o profeta. Ela não cairá e nós somos essa Noiva, pois ‘não aceitamos o fermento’, aceitamos a Palavra como Ela é. Viemos aqui para defender o Exército de Deus e Sua Palavra, que não possuem mistura.

A terceira Festa era a das Primícias, e era quando o molho (os primeiros grãos amadurecidos) era movido sobre toda a colheita. Para nós, é quando há uma ressurreição e identificação nas nossas vidas, portanto, representa a ressurreição de uma velha vida de pecado para uma Nova Vida em Cristo. Os discípulos se identificaram com a ressurreição quando Cristo apresentou-Se para um grupo seleto deles, dando-os uma nova comissão. Nós nos identificamos com isso, porque nos nossos dias também ocorreu uma ressurreição: a ressurreição da Palavra. E todos os santos do Velho Testamento foram beneficiados pela tal. Quando temos em nós a Festa das Primícias, que é a nossa identificação com a Palavra, nos é dado o Batismo do Espírito Santo.

A quarta Festa era a de Pentecostes: a Festa da Colheita. Essa Festa é para nós uma experiência com o Batismo do Espírito Santo. Quando temos essa experiência, nossas vidas são mudadas e passamos a crer em toda a Palavra, sendo que, a Evidência de ter o Espírito Santo é crer em toda Sua Palavra. Ele nos guia na Verdade e produz em nós uma fé singela e simples na Palavra.

A quinta Festa era a das Trombetas, que era realizada no início do sétimo mês, ao toque da trombeta. Nessa Festa, Israel era chamado para expiação, pois nessa ocasião todos eram reunidos. Assim como nós, que fomos reunidos pelo Alarido.

A sexta Festa, era a da Expiação. Nessa festa, cada indivíduo tinha que ir com sinceridade e afligir sua alma, na expectativa da Expiação ser aceita. Eles iam nessa ‘Festa do Perdão’, no dia dez do mês sete e ficavam na expectação de serem aceitos por Deus. E quando o sacerdote saia do Lugar Santíssimo, o povo se alegrava. Havia júbilo! Pois significava que eles tinham sido aceitos! A Festa da Expiação representa Cristo para nós, a Genuína Expiação. Devemos saber que onde está a Palavra está a Expiação, que é O Sangue, a Vida sendo aplicada em nós. Visto que: o nosso Sumo Sacerdote (o Senhor Jesus Cristo) saiu do Lugar Santíssimo; veio e tomou o Livro; Se mostrou numa Nuvem e nos revelou que a Expiação completa chegou para nós, devemos estar em júbilo, com alegria também!

A sétima Festa era a Festa dos Tabernáculos, onde o Livro era lido (São João 7:10) e o povo comia e bebia. Há um Povo que sabe que o Sétimo Selo está aqui, que o Cordeiro abriu o Livro e está nos ensinando. Já recebemos a Expiação e é o momento de nos alegrarmos, compartilhando porções da Palavra com cada indivíduo do Corpo. As Sete Festas são algo pessoal para nós e todas elas apontavam para Cristo, que por vez, aponta para Sua Esposa. Somos a causa do Sacrifício da Cruz e o motivo pelo qual Ele desceu nesse dia. Com isso, vemos que a primeira Festa era a Redenção, o fundamento. Já a última Festa é o Reajuntamento; espiritualmente a Noiva está sendo reunida nesse dia e no Milênio estaremos juntos novamente. Quando temos cada uma dessas festas aplicadas em nossas vidas é motivo de agradecer a Deus e seguir caminhando para mais perto d’Ele.

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O Tabernáculo Belo Horizonte, uma congregação cristã, firma-se sobre as bases do Ministério Assim Está Escrito, edificado com a misericórdia e graça de Deus desde 1976, quando o pastor Wanderley Pereira Lemos começou esta tão grande obra nos pilares daquela mensagem, originada do nosso Senhor Jesus, na busca daqueles que O adorem em Espírito e verdade.


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