Moda: O Sistema De Marketing Do Diabo | Assim Está Escrito

(...) a moda é a essência/consistência que cada indivíduo tem e carrega a sua. Isso significa que a peculiaridade da personalidade de cada pessoa produz uma distinção e diversidade de moda no mundo inteiro.

Comumente, quando se fala de moda é normal que as pessoas associem tal conceito, exclusivamente, às novas tendências de vestuário que, por acompanharem o “progresso” trazido pelo tempo, atualizam-se diariamente e, por isso, são frequentemente lançadas. Mas, o que é moda e qual é o conceito de tal substantivo?

Moda é nada mais, nada menos, que um conjunto de modos, maneiras, gostos, conceitos e opiniões segundo os quais as pessoas agem, expõem seus pensamentos, se vestem e fazem as coisas.

Tendo em mente que a moda é um conjunto de hábitos e maneiras pessoais, pode-se afirmar que, de certa forma, a moda é a essência/consistência que cada indivíduo tem e carrega a sua. Isso significa que a peculiaridade da personalidade de cada pessoa produz uma distinção e diversidade de moda no mundo inteiro.

A partir do momento em que compreende-se esse conceito, fica evidente que, querendo ou não, cada indivíduo possui sua própria moda. O que é, ou, pelo menos deveria ser, um fato comum.

Cálculos científicos, feitos pelo demográfico sênior Carl Haub e divulgados pelo site do instituto ‘Population Reference Bureau’ (PRB), uma organização sem fins lucrativos, que tem sua sede nos EUA, estipulam que, aproximadamente cerca de cento e seis bilhões setecentas e dezesseis milhões, trezentas e sessenta e seis mil, seiscentas e sessenta e nove pessoas já viveram neste planeta (106.716.366.669). Vale ressaltar que, como não existem dados demográficos para os 99% do tempo da existência humana, os cálculos não são precisos, portanto são apenas estimativas.

Agora pense: se Deus teve o critério de trazer à existência essas 106 bilhões de pessoas, cada uma com uma essência, com uma moda diferente, com gostos e maneiras diferentes, pense nisso: o que nos faz desejar abandonar ser o que somos para ser igual aos outros?

 Para entendermos um pouco mais acerca desse desejo incontrolável de querer ser o que outras pessoas são e ter o que elas têm, vamos repassar aqui uma história que, para muitos, é um clássico conto fictício, mas, que, para os cristãos, é uma verdade.

Essa história se passa no Céu. Sim, acredite! Estamos falando do Céu. Provavelmente você já está se perguntando como algo de gênero ruim poderia suceder no melhor Lugar para se estar. Lugar este que, até depois de mortas, as pessoas querem ir para lá. Mas, se cabe um conselho, não se atenha a isso.

Bom, essa história verídica retrata os caminhos traçados por um anjo de luz. Anjo esse que foi criado no mesmo dia em que se criou a música. Ele vestia-se de grande honra, a Bíblia o chamou de aferidor das medidas. Todos aqueles que são leitores da Bíblia, provavelmente, já sabem sobre quem estamos falando (Lúcifer).

Segundo as palavras do profeta William Branham, Lúcifer realmente era a segunda maior pessoa no céu, estando apenas abaixo do próprio Deus. Contudo, ele teve a atitude de agir com vaidade e teve alta opinião sobre si mesmo. Ele teve ciúmes, desgosto ,ao ver que o Reino que ele desejava era de Miguel; ele teve inveja. Veja o que o profeta William Branham disse:

Vêem? Satanás originalmente foi um arcanjo de Deus. Ele uma vez foi a maior pessoa nos céus depois de Deus. Ele era a mão direita de Deus para companheirismo, e ele se jactanciou em seu coração.

MENSAGEM: PERGUNTAS E RESPOSTAS – Nº 09, P. 69

Sabe-se que, após ele jactanciar-se, ele convenceu, levou após si, terça parte das estrelas do céu (Apocalipse 12:4) que, segundo o profeta William Branham, eram sementes de Abraão; ele convenceu uma parte dos anjos a envolverem-se na sua causa e, então, a ‘Primeira Grande Guerra’ foi travada no mundo espiritual.

Como ele não pôde vencer Miguel e Seu exército, nessa grande batalha travada na esfera do mundo espiritual, do mundo onde nossos frágeis e debilitados olhos não alçam com essa visão natural, e como ele é um ser completamente incapaz de ter um reino como, igual, semelhante ao de Miguel a alternativa foi a tentativa de construir um reino maior, um reino que é visível aos olhos naturais, mas que cega as pessoas espiritualmente e sela suas almas com a marca do diabo.

Certamente você deve estar se perguntando qual é a relação entre a história desse anjo de luz com o desejo de seguir a moda de alguém. Pois bem, o primeiro ser que desejou ser igual a alguém, o primeiro ser que quis ter algo que não lhe pertencia, foi Lúcifer. Para ele não foi suficiente ser quem ele era, ele queria assumir uma posição a mais, ele não quis muita coisa, ele apenas desejou uma posição acima da que ele estava. E após sua queda, ele transmitiu esse mesmo desejo a Eva, no Jardim no Éden, quando disse a ela: “Deus sabe que, no dia em que dele comerem, seus olhos se abrirão, e vocês serão como Deus, conhecedores do bem e do mal”. (Gênesis 3:5)

Esse desejo de querer abandonar ser o que somos e seguir tentando ser outra pessoa se originou dali, e Deus chamou isso de pecado, iniquidade. Não é difícil de enxergar isso, basta apenas querer.

Segundo o profeta William Branham, aquelas estrelas, os anjos, os mensageiros que caíram, são as almas que estavam em prisão, almas que não se arrependeram, eram o espírito daqueles seres angelicais que, após a queda, se tornaram aptos a encarnarem-se nos humanos.

Agora, as almas que estavam em prisão, que não se arrependeram, não eram seres Angelicais que haviam – que haviam sido trazidos na forma de Anjos, mas eram os espíritos daqueles seres angelicais que caíram antes da fundação do mundo, lá atrás quando a guerra começou no céu. E Satanás e –  e o dragão lutou, e então… Ou melhor, Miguel e – e o – o dragão lutaram (e Lúcifer). E Lúcifer foi expulso com todos os seus filhos, todos os anjos que ele havia enganado, e aqueles anjos vieram à terra e estavam sujeitos então a se tornarem humanos. E quando eles o fizeram, foi quando “os filhos de Deus viram que as filhas dos homens eram belas, e as tomaram como esposas.”

MENSAGEM: PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE HEBREUS – 3ª PARTE, P. 83.

William M. Branham

Com base nessas palavras do profeta William Branham, vemos que após os espíritos destes seres angelicais caírem, eles encarnaram-se em pessoas, pois eles precisavam de corpos para poder atuar livremente. Estes seres não eram e nem tão pouco são tolos, bobos. Segundo o profeta William Branham, eles são seres que estavam diante, face a face com Deus, e assim como Balaão servia e conhecia acerca dos princípios do Senhor, estes seres angelicais caídos, também sabem. Eles são mestres da adoração.

Abrindo um parênteses, isso explica o motivo pelo qual existem várias manifestações de Deus no meio das denominações, estes seres sabem como adorar, afinal, eles foram criados para isso. Confira: “E aqueles espíritos que vieram do trono de Deus, e permaneceram diante do trono de Deus, e viveram. . . e bilhões e bilhões e eras do tempo antes do mundo alguma vez começar na Presença de Deus, acha você que eles não sabem algo a respeito de adoração? E eles descem e entram nos homens, e eles adoram a Deus. Absolutamente! Eles adoram a Deus, e eles têm o conhecimento de Deus, e eles são espertos, e perspicazes, e sempre educados. Mas Deus os rejeitou desde o princípio.” (Mensagem: PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE HEBREUS – 3ª PARTE, P. 85.)

 Sempre houveram duas classes: os verdadeiros e os falsos: os anjos que lutaram ao lado de Miguel e os que ficaram ao lado de Satanás, isso é fato. Sempre houveram dois espíritos: o de Deus e o de Satanás. Com base na Abertura do Sétimo Selo, a grande questão é: se Deus tem Se derramado em plenitude em Seu Povo, onde esses espíritos caídos têm se encarnado?

Atualmente temos vivido em um mundo onde as grandes figuras públicas — sejam líderes religiosos, líderes políticos, influenciadores do mundo digital, estilistas, atores e atrizes, atletas, modelos e outros — criaram novos conceitos, novas razões e novos padrões que, por serem pessoas de influência, transmitem, direta ou indiretamente, esses padrões na vida das pessoas.

Como essas grandes figuras ganham espaço, visibilidade e status na sociedade, elas acabam por atrair muitos fãs, seguidores e muitos olhares sobre si e, por essa credibilidade, são frequentemente observadas pela imprensa, que são os que transmitem tudo ao público.

Automaticamente, essas figuras públicas transmitem seus padrões, seus moldes pessoais para o seu público alvo, que é aquele que, por apoiar os padrões pessoais desses influenciadores, acabam por favorecer, assimilar e aceitar o molde daquele padrão em sua vida. Como os padrões são diretrizes estabelecidas e consentidas por um superior, que são empregadas como princípios de comparação, como um modelo, é exatamente aí que entra um fator, uma consequência inseparável de seguir a moda dos outros: o inconformismo. Pois não é fácil mudar seus moldes de vida e implantar outros padrões, que não se encaixam no seu contexto.

Sendo assim, Satanás e seus filhos encarnaram-se em seres humanos e os transformaram em propagandas, cartazes, estratégias vivas e ambulantes de seu marketing. E muitos de nós, por falta de conhecimento, agimos, vestimos e vivemos, como muitos têm publicado por aí, uma “modinha”. Alguns até fazem questão de mencionar, com muito orgulho, em suas publicações: “Já que está todo mundo fazendo, entramos na modinha!”. E por isso, muitos têm uma vida tão vazia quanto páginas em branco.

Assim como cada um de nós possuímos uma essência, Satanás também possui sua moda e ele está em busca de pessoas inconformadas e insatisfeitas; ele está em busca de pessoas vazias para enchê-las, para torná-las alienadas, para torná-las alheias a si mesmas e aos eventos que acontecem ao seu redor. Dessa maneira, ele consegue torná-las escravas dos seus sistemas e ideologias, que Ele propaga através de seus mensageiros caídos. O papel da moda, deste mundo, é a alienação.

Muitas pessoas riem quando dizemos a elas que devem viver suas próprias vidas e escrever suas próprias histórias. Elas acham clássico e poético demais para a realidade do mundo atual. Não é de se admirar que haja tantos tolos alienados, mentalmente infantis, que são capazes de tornar cômica a decadência que o mundo se encontra.

Seguir pensamentos, conceitos, moldes e os padrões de alguém está mais além do que copiar suas roupas, do que abrir aspas (“”)  e dizer suas falas, do que tornar-se semelhante a ele. O ato de seguir alguém nos torna aceitadores, participantes de suas verdades e princípios, de seus acertos e seus erros e de suas reprovações pessoais. Nos faz caminhar rumo ao mesmo objetivo. Nos faz compartilhar dos mesmos sentimentos e espíritos subjetivos. E acima de tudo, nos faz abandonar, abrir mão de tudo o que somos para viver a vida de alguém, que provavelmente nem sabe de nossa existência.

Lembremo-nos, o Único que está em posição de seguirmos cegamente é o Senhor Jesus Cristo, que nos disse: “Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também.” (São João 13:15)

 

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Um comentário

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    Adriana Silva

    14/05/2021 as 10:10

    Obrigada SenhorJesus Cristo por sempre abrir nosso entendimento para vencer a satanás em cada uma das suas armadilhas.

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