Não Somos Nós A Geração A Ver O Último Tempo Livre? | Assim Está Escrito

Jeremias viveu o último tempo do reinado livre de Israel. Não somos nós a geração, dentro do nosso país, a ver o último tempo livre?

O profeta Jeremias começou seu Ministério tal como o profeta William Branham. Ainda menino, recebeu de Deus uma unção e foi profeta por muitos períodos. O que marca o período de Ministério de um profeta? Observando o Ministério de Jeremias, podemos ver e dizer que são reinados, porque a Bíblia menciona que três reis passaram pelo poder de Judá enquanto Jeremias exercia seu chamado de profeta, o período em que eles governaram foi justamente o período de duração do Ministério de Jeremias. Já o nosso profeta, o período de seu Ministério foi acompanhado por alguns presidentes: Roosevelt, Truman, Eisenhower, depois John Kennedy e Lyndon.

Quando o presidente Kennedy assumiu a presidência, o profeta começou a pregar o livro de Apocalipse. Por quê? Deus tem na terra um homem com uma unção. E, paralelamente, há um poder de oposição com outras unções, que levanta um determinado tipo de bandeira. Assim sendo, Deus precisa que aquele homem, seu profeta, defenda o povo da influência contrária que a unção de oposição traz, ele precisa guiar o povo por um caminho diferente.

Todos os profetas trabalhavam simultaneamente à política. Por quê? A política faz parte de um poder maligno. E há três tipos de poder maligno: religioso, político e demoníaco. Estes três trabalham, através de enganos, determinação de leis e possessão, para tirar o Povo de Deus de debaixo do Poder do Espírito Santo.

Os cinco presidentes que governaram durante o Ministério do profeta William Branham, presidiram a maior nação do mundo. Durante seus períodos, eles tomaram decisões que afetaram não só a nação americana, mas o mundo inteiro, porém, naquele mesmo tempo, o profeta irmão Branham estava dentro daquela mesma nação exercendo o seu Chamado, pois dali sairiam decisões sociais e espirituais para uma geração, que viriam a influenciar o mundo todo. Por isso, da América do Norte saiu, com o interesse de tirar um Povo desta influência do mundo e colocar debaixo do poder de Deus, a maior influência espiritual para toda geração, para toda uma Era. Como resultado, nós estamos aqui, neste dia, sendo influenciados por um Governo de outro Mundo!

Vemos, em I Crônicas 17: 7, Davi expressar seu desejo de construir um tabernáculo para Deus, neste capítulo, Deus afirma para Davi um lugar para o povo de Israel com promessas de estabelecimento e fortificação de sua geração. Entretanto, quando lemos o livro de Jeremias, enxergamos ele, a todo o tempo, pregando à Israel um cativeiro. Posto que Deus não pode se contradizer, Ele jamais poderia quebrar Seu pacto feito a Davi e àquela geração. O que nos leva a entender que Deus estava vendo algo mais adiante, depois dos dias de Davi e depois dos dias de Jeremias. Daniel disse que o povo do Altíssimo tem um Reino que nunca passa.

Um homem não tem capacidade de fazer um lugar para Deus morar, todavia Deus falou para Davi que seu filho edificaria um templo a Ele e Ele confirmaria seu trono. Embora Salomão tenha sido o filho de Davi que edificou um tabernáculo ao Senhor e tenha assumido a liderança do reino de Israel, no final de seu reinado, ele adorou deuses estranhos. Então, certamente Deus tinha que estar falando de outro Filho de Davi, não somente este, mas um incorruptível.

Lemos assim em Amós 9: 11: “Naquele dia tornarei a levantar o tabernáculo caído de Davi, e repararei as suas brechas, e tornarei a levantar as suas ruínas, e o edificarei como nos dias da antiguidade;”. Aqui, pelas Palavras de Amós, perceberemos que se Deus estivesse referindo-Se a um filho natural de Davi, Ele teria cometido um equívoco. Aqui também Deus promete um tempo de plantio e colheita entrelaçando-se ao mesmo período; uma estação produtiva para Seu povo. Em Atos 13: 16 o apóstolo Paulo fala das promessas que lemos acima, não só para o povo de Israel, mas para todos aqueles que temem a Deus.

Cristo é esse Filho de Davi que cumpriu todas as vontades de Deus. O Plano de Deus era maior do que o desejo de Jesus, que, ao estar aflito, clamou que o Pai passasse d’Ele o cálice, mas, contudo, submeteu Seu desejo ao Plano de Deus, que sempre fomos nós. Cristo derramou Seu próprio Sangue para que hoje o nosso fosse redimido. Ele foi o varão conforme o coração de Deus que executou a Sua vontade. Um Reino dado para sempre a Davi. Um Pacto, uma Promessa de Deus, que Paulo, o apóstolo, se esforçou muito para explicar aos judeus, que, diferentemente dos gentios, não se mostraram abertos às suas falas.

O profeta William Branham nos escreve que, apesar de ser odiado, Jeremias era um profeta vindicado de Deus, e muito embora tenha surgido outro profeta em seus dias, Jeremias falou a Palavra do Senhor, enquanto o outro não. Jeremias foi ungido por unção do alto e o outro foi sustentado por uma unção política. Tomando isso em nossos dias, vemos que quando o primeiro presidente católico dos EUA assumiu seu posto, o profeta pregou ‘As Eras da Igreja’. Ele sabia que aquela nação entraria em outra dispensação. E em 1956 o profeta foi rejeitado pelas igrejas, neste momento, ele deixou de ser apenas um Elias e compreendeu o outro nível de seu Ministério: uma Mensagem de difícil compreensão, com necessidade de unção profética, habilidade de ouvir de Deus e instrução sobrenatural.

Jeremias viveu o último tempo do reinado livre de Israel. Não somos nós a geração, dentro do nosso país, a ver o último tempo livre?

Em Jeremias 1: 11 vemos uma vara que floresceu e em São Mateus 24: 32 vemos uma figueira brotando flores. Não seria isso determinadas pessoas em determinados lugares? Há algo para acontecer, o verão. O profeta Malaquias previu o nascimento do Sol da justiça. Acompanhando os eventos, percebemos: as flores da figueira brotando, o Anjo do Senhor entrando com o profeta numa caverna, os judeus sendo mencionados como uma referência Bíblica, e, ao mesmo tempo, os gentios sendo alertados para  a Mensagem da hora.

Jeremias viu o divórcio de Deus com o povo, ele viu o juízo vindo e passando, e, também, viu o motivo do divórcio de Deus com Israel. Na Bíblia Sagrada, houveram três episódios de casamento e divórcio: o primeiro sucedeu quando Moisés, por causa da dureza dos corações dos homens, permitiu (por alguns motivos específicos) dar carta de divórcio; o segundo episódio aconteceu com apóstolo Paulo, que disse: “digo eu, não o Senhor”; e agora, no final, aconteceu o terceiro episódio, quando na mensagem ‘Casamento e Divórcio’, Deus concedeu permissão ao nosso profeta para abordar o assunto, ele viu Deus divorciando-Se das denominações. Mas, este mesmo profeta veio como Eliezer, escolhendo uma Noiva. Através de sua pregação, ele nos mostrou Assuero deixando Vasti e recebendo Ester. Ele pregou ‘A União Invisível do Noivo Celestial Com A Noiva Terreal’, ‘O Casamento do Cordeiro’. Um constante paralelo entre Jeremias, Jesus e o profeta dos nossos dias.

Há um livro de Lamentações de Jeremias porque o povo para o qual ele foi enviado não deu ouvidos à sua Mensagem. Ao mesmo tempo vemos o nosso profeta, que se dedicou tanto à sua nação, mas não foi devidamente considerado naquele tempo. Contudo, hoje, Deus tem a cada um de nós, que temos dado ouvidos ao profeta rejeitado. Temos aceitado Deus falar conosco, seja para nos exaltar ou para nos corrigir. Estamos dispostos a obedecer. É melhor estar com esta Palavra do que sem Ela. Não sairemos da presença de Deus por nada, aconteça o que acontecer, Este é o lugar onde pertencemos.

Nota:

Todo conteúdo referenciado no Culto do dia 30 de outubro de 2022: Um Reino Sobrenatural Provido por Deus.

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O Tabernáculo Belo Horizonte, uma congregação cristã, firma-se sobre as bases do Ministério Assim Está Escrito, edificado com a misericórdia e graça de Deus desde 1976, quando o pastor Wanderley Pereira Lemos começou esta tão grande obra nos pilares daquela mensagem, originada do nosso Senhor Jesus, na busca daqueles que O adorem em Espírito e verdade.


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