As Três Fases Da Redenção | Pr. Wanderley Vilaça | 07/04/2019

Leitura Bíblica: Números 20:7-11

Mensagens Citadas: Redenção Em Plenitude, Em Regozijo; A Brecha Entre As Sete Eras Da Igreja e Os Sete Selos

A história do povo de Israel e da igreja são a mesma. Por isso vemos que as coisas que aconteceram lá, acontecem também em nossos dias. O povo de Deus era escravo e tinha que cumprir todas as vontades de Faraó; em paralelo com os dias de hoje, é assim também, com aqueles que se encontram no CTI (centro de tratamento intensivo) dos hospitais; não podem nem mesmo respirar por vontade própria. Porém, havia uma promessa. E por conhecer a promessa de Deus, José disse aos filhos de Israel que iria haver uma saída; e assim José pediu para que levassem seus ossos, quando o dia da promessa chegasse; a saída de Israel do Egito. José morreria, mas nada iria o segurar ali.

Deus criou ‘o caminho de Redenção’ em três fases: sangue, poder e plenitude. Para o povo de Israel a ‘Redenção’ começou quando o sangue foi aplicado nos umbrais das portas. E como Israel que teve que expor o sangue (sinal), hoje através de nossas vidas nós também precisamos expor o Sinal (Espírito Santo). José não esteve vivo para ver a saída. Mas, nós que somos a geração que vai embora deste mundo, estamos vivos para ver essa saída! Aos poucos estamos saindo deste hospital de pestilência (mundo). E como foi com José, será conosco: nada irá nos segurar aqui. Podemos até sair marcados, porém nada impedirá que saiamos! Nem mesmo a morte irá nos segurar aqui! Nós sairemos daqui porque Alguém, Jesus, morreu em nosso lugar e teve o Seu sangue vertido por nós! E assim a Redenção pela morte passou. Agora iria começar a ‘Redenção pelo poder’!

Quando Israel estava diante do Mar Vermelho não havia uma rota de fuga. Eles não poderiam voltar; pois havia uma coluna de fogo entre eles e o inimigo. E foi assim que, bem ali, Deus criou ‘o caminho de Redenção pelo poder’: “Moisés, pegue a vara outra vez!” … contudo, Israel teve saudade das carnes e dos temperos do Egito, e isto fez Deus irar-Se com eles. É por isso que não podemos viver uma vida saudosista (vivendo do passado), olhando para o retrovisor. Não fiquemos parados diante de milagres e maravilhas. Continuemos caminhando e veremos que Ele fará obras muito maiores amanhã. Podemos fazer obras maiores oferecendo aquilo do qual estamos cheios: o Espírito Santo.

Nossa Redenção começou quando o Sangue foi derramado no calvário. E mesmo assim alguém ainda clamava por ressurreição e Redenção. Até que ao longo das sete eras vieram os sete olhos de Deus trazendo ‘mensagens de poder.’ Contudo, a plenitude só viria ao que vencesse todas as coisas. Tudo teria que estar redimido e completo; a Redenção não é só vida eterna. Como Ester, a noiva redimida tem o domínio de todas as coisas. Ela vai para o palácio do Rei. A noiva tem a autoridade de entrar na recâmara do Rei para defender os seus!

O profeta diz que, quando Deus traz a Redenção Plena, o regozijo é obrigatório. Ao tomar Moisés, vemos que ele teve regozijo pelos feitos de Deus e cantou um novo cântico; Miriã tocou o seu tamboril e dançou com suas irmãs, mostrando que tudo havia ficado para trás. Agora os inimigos estavam mortos. E também vemos que, no dia de Pentecostes ao receberem o poder, até a virgem Maria ficou embriagada com o vinho (Espírito Santo) que desceu do céu.

Nossos problemas devem ser resolvidos e eliminados, para que nunca mais os vejamos novamente. E não importa se um dia tenhamos agido como covardes, como Pedro que negou a Jesus. O que importa é o que estamos vivendo agora. Pois Pedro negou, mas, após isso ele recebeu o Espírito Santo e saiu cheio pelas ruas de Jerusalém. Não podemos pensar que aquilo foi uma emoção. Aquilo foi, e é o cumprimento da Escritura!

Quando a serpente picasse o povo de Israel, eles deveriam olhar para serpente de bronze e não iriam sofrer a morte. A serpente (pecado) nos picou, mas Cristo, o nosso Redentor foi pendurado na cruz por nós. Olhemos para Ele. Ele proveu água da rocha para Israel, e para nós Ele disse: “Se alguém tem sede, que venha a mim e beba”. Nós não éramos nada, e no entanto Deus nos chamou de reis e sacerdotes. Nós também não sabíamos que éramos d’Ele desde antes da fundação do mundo. Mas Ele desceu por nós e agora nós podemos cantar um novo cântico! Nós já temos o sinal exposto. Nossos filhos não morrerão mais! Nós atravessamos o mar!

Na ‘Abertura dos Selos’, João viu o Cordeiro sair do trono para reclamar Sua possessão, e viu o seu nome no Livro da Vida do Cordeiro. E vendo essas coisas, João regozijou com tanta intensidade, que até as criaturas da terra, de debaixo da terra e as que estavam debaixo do mar ouviram seu regozijo; tamanha era sua alegria! E entendendo o que João sentiu, nosso profeta diz, no final da mensagem ‘A Brecha’, que queria uma outra linguagem para expressar o quão estupendo Deus é!

O rei Davi convidou o aleijado Mefibosete, para ser honrado e se assentar a sua mesa. De igual forma nós viemos a Deus; “aleijados”, rastejando… mas cobertos pelo manto do Sangue de Deus nos tornamos mais alvos do que a neve. E estando mais alvos que a neve recebemos o convite do Senhor: “Vem banquetear Comigo. E o profeta nos dá um conselho: que sejamos simples e façamos tudo o que pudermos para ajudar nossos irmãos a entrarem no Reino! Há um cardápio de sete pratos para ser servido todos os dias para os “filhos do Rei”. Vem cear!

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