A Necessidade Do Poder Vivificador!

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Síntese do Culto

Pregador: Min. Sergio Lopes
Leitura Bíblica: João : 5: 24-28
Mensagem Citada: O Selo da Páscoa

Em João 5, verso 24, Jesus afirma: “Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna”. Esta Palavra é viva e atravessa a história, percorrendo as eras da igreja de Éfeso e Esmirna até a atual era de Laodicéia. O Espírito Santo, que operou em cada um desses períodos, é o mesmo Poder Vivificador que nos resgatou e que agora se manifesta na revelação do Filho do Homem.

O profeta irmão Branham, conecta essa promessa à escritura de Romanos 8:11: “E, se o Espírito daquele que dos mortos ressuscitou a Jesus habita em vós, aquele que dos mortos ressuscitou a Cristo Jesus vivificará também os vossos corpos mortais”. Nesse sentido, a morte da qual somos resgatados não é apenas a física, mas também a morte espiritual, a separação eterna de Deus. No entanto, quando esse Espírito habita em nós, Ele estabelece uma unidade tão perfeita que a Sua vontade e a nossa se alinham. Isso nos permite pedir o que for necessário, cientes de que o Seu poder está ao nosso dispor.

O Espírito Santo nos dá “asas para voar” e nos garante acesso. Mas acesso a quê? Acesso à ressurreição e à transformação! Quando compreendemos que temos esse acesso pleno, podemos dizer para nós mesmos: “Eu não tenho montes de demônios”.

Com este Poder Vivificador, faremos coisas e passaremos por lugares que o mundo não compreenderá. Rejeitamos o que nos é oferecido, e o mundo não entenderá o motivo; mas o segredo é que já não somos nós quem vivemos, é Cristo quem vive em nós. O mesmo poder que vivificou os santos no Pentecostes é o que nos mantém vivos hoje. A Bíblia diz que “o justo viverá pela fé”, e a fé é o próprio Espírito Santo em ação. Para permanecermos vivos, precisamos, indispensavelmente, desse Poder Vivificador.

Vemos na escritura de Atos 3 o primeiro ato do que foi recebido no Cenáculo. Quando Pedro chegou à porta do templo chamada Formosa, o milagre aconteceu. Alguém poderia perguntar: “Pedro, você restaurou este homem?”. E ele responderia: “Eu? Não! É que você não viu o que aconteceu lá em cima, no Cenáculo. Foi Jesus quem fez isso através do poder que recebi diante da Palavra”.

Da mesma forma, passaremos por caminhos e entraremos em lares cheios de problemas onde, assim que chegarmos, o diabo terá que sair. As pessoas se perguntarão: “O que está acontecendo?”. Não será a nossa presença física em si, mas o Poder Vivificador que habita em nós. Precisamos entender que nós, como filhos de Deus, somos criadores de atmosfera. Onde pisamos, a atmosfera do céu deve se manifestar.

Porque Ele vive, nós também vivemos. E porque Ele vive, nós podemos crer no amanhã. Mas por que cremos no amanhã se um dia todos iremos morrer? Cremos porque Deus nos trará de volta! Se descermos à sepultura, desceremos cheios do mesmo poder que trouxe o Senhor Jesus Cristo à vida; é esse mesmo Poder Vivificador que nos trará à vida novamente.

E por que deixaríamos para receber mais desse poder apenas amanhã? Enquanto estivermos aqui na Terra, devemos manifestar esse Poder Vivificador hoje mesmo. Pois assim se cumprirá o que a Palavra diz: “Nem todos dormiremos (morreremos), mas todos seremos transformados.” Esse poder não é apenas para o futuro; é para a nossa transformação agora. A Palavra precisa ser valorizada por nós, pois é essa Palavra vivificada que nos mantém de pé.

Assim como Elias operou no poder e Eliseu recebeu aquela porção dobrada, nós também fomos revestidos. Esse mesmo Poder Vivificador é o que nos dará a dinâmica necessária para o Rapto. Não é por esforço humano, mas é esse poder vivificador que nos elevará e nos colocará na glória quando o Senhor vier nos buscar.

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