Síntese do Culto
Pregador: Pr. Wanderley Vilaça
Leitura Bíblica: I Coríntios 15:1
Mensagem Lida: Testemunho
O profeta irmão Branham, ao pregar a mensagem ‘Testemunho’, apontou a condição do sistema atual dos homens com a expressão “o mundo caindo aos pedaços”, dividindo-a em três esferas:
Política: É notório a ausência de tratados entre países que busquem melhores condições de convivência — blocos econômicos e políticos — com a proposta de reunir o mundo de forma harmônica. É evidente que há muito a ser feito de maneira correta, porém, cada um trabalha por interesse próprio. A palavra “político” passou a representar diversos termos pejorativos.
Social: Socialmente, o mundo já se desfez. Satanás atingiu um ponto estratégico, atuando de maneira individual. Além disso, atingiu em cheio uma base essencial no campo social: a família. Com isso, provocou um efeito destrutivo em cascata, resultando no desfalecimento do que conhecemos como família. Por quê? Porque os púlpitos não cumpriram seu papel. Lançam loucura no meio do Corpo de Cristo, ensinando maneiras de driblar a verdade vinda de homens de Deus. Os púlpitos deixaram de falar sobre o cuidado com a família, enquanto o mundo segue em ritmo acelerado para macular uma constituição estabelecida por Deus.
Socialmente, o mundo está destruído — e isso é, puramente, fruto da falta de libertação e de oração. Vejamos: expulsar demônios virou motivo de chacota nos dias de hoje! Neste contexto, o próprio Cristo nos alertou que há espíritos que só saem com oração e jejum (Mateus 17:21). É necessário expulsar demônios para que a família seja um fundamento fortificado.
Econômica: No âmbito econômico, o profeta nos lembra que o mundo se encontra falido. O irmão Branham chegou a mencionar que haverá um pacto feito entre Israel e Roma para salvar o mundo. Israel, não como nação, mas como fonte de recursos originados de judeus que administram grandes organizações financeiras na América.
Em um mundo caindo aos pedaços, uma pessoa que se desvia do Evangelho não deveria nos assustar. No entanto, o profeta fala sobre um susto — sentir-se verdadeiramente assustado ao encontrar pessoas tão despreparadas para o momento atual.
Lembrando do tema pregado na Escola Bíblica anterior, “Quando Apenas a Graça For o Bastante, Estaremos Prontos Para o Rapto”, juntamente com uma importante resposta de Deus para o apóstolo São Paulo — “A minha graça te basta…” (II Coríntios 12:9) — e acompanhando a história daquele que nos oferece um grande exemplo, é claro que o apóstolo era fiel ao ser alimentado pela Graça de Deus, e jamais desapontaria o Senhor, pois viveria intensamente sob Ela: “Mas pela graça de Deus sou o que sou, e a sua graça para comigo não foi vã…” (I Coríntios 15:10).
Seguindo na leitura, naquele tempo bíblico, doutrinas erradas já eram vistas nos dias do apóstolo São Paulo (I Coríntios 15:13-14). E hoje, não vemos pessoas pregando de forma errônea, sem fundamento? Isso vem desde aqueles tempos. O Evangelho só salva se for conforme a Palavra de Deus, como foi pregado; a mensagem só salva como ela nos foi entregue. Caso contrário, constitui-se o que lemos: “Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos em teu nome?…” (Mateus 7:22).
Em II Coríntios 11, Paulo reforça que devemos permanecer com o Evangelho tal como nos foi entregue. Quem foi o intérprete do Evangelho para Eva? A serpente (11:3). O simples — palavras, ensinamentos — ninguém quer, mesmo quando se explicam os maiores mistérios de Deus. A mensagem ainda é simples. Se Deus não abrir Sua Palavra para nós, não saberemos de nada! E não é atrás de encantadores que as pessoas saem em busca?
O apóstolo São Paulo segue registrando mais de suas experiências e, no tocante ao gloriar-se, ensina que não devemos nos vangloriar das coisas que possuímos por mérito próprio. É um momento oportuno para falar sobre plantio e colheita. Ou seja, Deus nos deu habilidade para atuar, mesmo em situações delicadas, quando recorremos a orações, jejuns, sacrifícios e investimentos — sobretudo, discretamente. Vanglória? Se quiséssemos, sim. Porém, é a graça que nos sustenta. Deus nos insere na terra para nos desenvolvermos, nos esmerarmos, nos esforçarmos como prova de uma luta vencida! Um testemunho para ser descrito, uma história vivida. Graça, graça de Deus!
Cada pregador precisa se encontrar nas palavras do apóstolo Paulo (II Coríntios 11:24–27) para possuir histórias, bases, fundamentos! Precisa de testemunho, de galhardia, de renúncia e de sacrifício em sua história cristã pessoal. E isso não se aplica apenas aos pregadores, mas também aos filhos de Cristo! E não apenas para possuir a própria história, mas para sentir no lugar do irmão, compreender as lutas e as dificuldades do povo de Deus. Isso se mostra como uma munição altamente letal contra o inimigo! É preciso ter histórias de testemunhos e expressá-las nos momentos exatos. Paulo provocava as pessoas ao enumerar impactantes capítulos de sua trajetória. Ele chegava a adoecer por causa do cuidado com as igrejas.
Em II Coríntios 12, vemos São Paulo nos alertando sobre o autocuidado cristão. Ele falava à igreja de Corinto, alertando-os a não se considerarem inferiores aos efésios. Não eram inferiores lá, não são inferiores aqui, hoje. Paulo nos lembra que não buscava o que é da pessoa, mas sim a própria pessoa (12:14). A igreja não nasceu para servir aos ministros — pelo contrário. Eles não são um peso para o Corpo de Cristo (12:13). Assim, amemos os enviados de Deus e não encontremos dificuldades em recebê-los. São Paulo agiu de maneira estratégica para alcançar um corpo de fiéis (12:16), antes que outro néscio cercasse e cegasse o povo de Deus.
Guardemos tudo isso que existiu na vida de São Paulo para vivermos bem o presente momento, com todas as qualidades expressadas pelo anjo da primeira era, que nos deixou como exemplo vivo e eficaz!
